Um ano faz muita diferença na nossa vida. Quando chego ao final do ano praticamente não me lembro dos meses de Janeiro, Fevereiro e Março, e por isso parece-me que o ano foi curto mas não foi. Porque esses três meses iniciais geralmente são os mais difíceis de encarar e acontece sempre algo.
Parece que um ano é pouco porque passa depressa. Mas não. As pessoas com quem eu comecei o ano , podem não ser as mesmas com que vou acabar. Quem eu sou hoje posso não ser daqui a uns meses ou até dias.
Um ano faz diferença. Um ano marca e deixa-nos um milhã de memórias que quando nos tentamos lembrar de todas elas, a mente quase que não permite. Acho que é isso que faz o ano parecer mais pequeno também. O facto de arrumarmos um ano inteiro em memórias que para nós foram mais significativas, sejam elas gratificantes ou traumáticas.
Hoje apeteceu-me falar sobre este assunto. Não há razão ou um sentido certo. Apenas apeteceu-me. Porque a minha vida tem andado às cambalhotas e tem estado em constante mudança.
Um ano faz a diferença, pensa nisso e aproveita cada dia dele.
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terça-feira, 2 de fevereiro de 2016
domingo, 31 de janeiro de 2016
É errado.
É errado.
Todos temos dias maus, todos temos aquele dia em que mais valia não termos saído de casa ou da cama. Aquele dia em que parece que o mundo simplesmente se virou contra nós. Tudo está errado. A cama por fazer, o pequeno-almoço que teve de ser tomado à pressa, o cabelo que não pode ser lavado, as palavras das outras pessoas e até as suas respirações nos incomodam. É normal. Todos temos dias assim.
Por norma costumo ser uma pessoa que pensa sempre pelo positivo e as pessoas pensam isso de mim. Que sou uma pessoa energética, cheia de felicidade e sorrisos e bons pensamentos. Mas tem dias em que eu não sou assim.
Porque eu sou 8 e 80. Porque quando eu fico triste eu desabo por inteiro. É como se não houvesse um equilíbrio. Claro que me tento recuperar mas enquanto não passa são os dias mais agoniantes da minha vida.
Tudo parece contra mim, os meus pais, os meus amigos, os meus professores, as minha notas, a vida.
Isto tudo que acabei de escrever está aqui por um motivo. Uma vez disseram-me " Não chores, sê forte, não mostres a tua fraqueza para ninguém ", cheguei a acreditar nessas palavras e por muitos anos não chorava , nem derramava uma única lágrima. É errado dizer tais palavras e mais errado quem as segue. Chorar não nos torna mais fracos, nem mais fortes. Chorar é com um balão a ser esvaziado, é sentir que pelo menos 1/4 da nossa dor se foi embora. Se tiveres de chorar, chora. Se tiveres de chorar em frente a alguém chora também. Se não aguentares mais, se por momentos estiveres com o teu mundo a desabar podes chorar. Porque o que nos enfraquece não é chorar e sim segurar o choro e preencher esse sufoco que se instala dentro de nós e nos consome.
Não digo para chorarem pelos cantos, mas se sentirem necessidade, chorem sozinhos, ou chorem no ombro de alguém mas não prendam tudo para vocês mesmos. É errado.
Todos temos dias maus, todos temos aquele dia em que mais valia não termos saído de casa ou da cama. Aquele dia em que parece que o mundo simplesmente se virou contra nós. Tudo está errado. A cama por fazer, o pequeno-almoço que teve de ser tomado à pressa, o cabelo que não pode ser lavado, as palavras das outras pessoas e até as suas respirações nos incomodam. É normal. Todos temos dias assim.
Por norma costumo ser uma pessoa que pensa sempre pelo positivo e as pessoas pensam isso de mim. Que sou uma pessoa energética, cheia de felicidade e sorrisos e bons pensamentos. Mas tem dias em que eu não sou assim.
Porque eu sou 8 e 80. Porque quando eu fico triste eu desabo por inteiro. É como se não houvesse um equilíbrio. Claro que me tento recuperar mas enquanto não passa são os dias mais agoniantes da minha vida.
Tudo parece contra mim, os meus pais, os meus amigos, os meus professores, as minha notas, a vida.
Isto tudo que acabei de escrever está aqui por um motivo. Uma vez disseram-me " Não chores, sê forte, não mostres a tua fraqueza para ninguém ", cheguei a acreditar nessas palavras e por muitos anos não chorava , nem derramava uma única lágrima. É errado dizer tais palavras e mais errado quem as segue. Chorar não nos torna mais fracos, nem mais fortes. Chorar é com um balão a ser esvaziado, é sentir que pelo menos 1/4 da nossa dor se foi embora. Se tiveres de chorar, chora. Se tiveres de chorar em frente a alguém chora também. Se não aguentares mais, se por momentos estiveres com o teu mundo a desabar podes chorar. Porque o que nos enfraquece não é chorar e sim segurar o choro e preencher esse sufoco que se instala dentro de nós e nos consome.
Não digo para chorarem pelos cantos, mas se sentirem necessidade, chorem sozinhos, ou chorem no ombro de alguém mas não prendam tudo para vocês mesmos. É errado.
sexta-feira, 15 de janeiro de 2016
Pessoas e desenhos animados
E quem não gosta de ver desenhos animados ou filmes com personagens fictícias , ou seja, filmes para mais novos ? Quem não gostar será um problema ler este texto de opinião.
Há quem não goste é verdade, mas eu sou uma pessoa que adora. Acho super piada filmes de animação. Acho que muitos deles passam sempre uma mensagem e são algo que nos fazem sempre tocar no coração.
Com o passar dos anos deixei de gostar de assistir a esse género de filmes mas agora parece que está a voltar como uma espécie de nostalgia, não sei se me faço entender.
Considero que não existe idade para se ver desenhos animados e é impensável alguém dizer o contrário. Não sou esquisita e se me convidarem para ir ver um filme de animação vou toda contente, quase mais contente que as próprias crianças.
Quer tenha 5, 10, 15, 20,30,50,60, 80 ou mais anos, todos temos o direito de ver este tipo de filmes sem sermos julgados.
Tenho muitos amigos que ficam a olhar para mim com uma cara estranha sempre que revelo este facto sobre mim , como se eu fosse muito infantil. Não é ser infantil. Atitude infantil é achar que somos um dia velhos demais para ver desenhos animados. Talvez um dia eles sintam isso que eu sinto.
E vocês também gostam de assistir?
Há quem não goste é verdade, mas eu sou uma pessoa que adora. Acho super piada filmes de animação. Acho que muitos deles passam sempre uma mensagem e são algo que nos fazem sempre tocar no coração.
Com o passar dos anos deixei de gostar de assistir a esse género de filmes mas agora parece que está a voltar como uma espécie de nostalgia, não sei se me faço entender.
Considero que não existe idade para se ver desenhos animados e é impensável alguém dizer o contrário. Não sou esquisita e se me convidarem para ir ver um filme de animação vou toda contente, quase mais contente que as próprias crianças.
Quer tenha 5, 10, 15, 20,30,50,60, 80 ou mais anos, todos temos o direito de ver este tipo de filmes sem sermos julgados.
Tenho muitos amigos que ficam a olhar para mim com uma cara estranha sempre que revelo este facto sobre mim , como se eu fosse muito infantil. Não é ser infantil. Atitude infantil é achar que somos um dia velhos demais para ver desenhos animados. Talvez um dia eles sintam isso que eu sinto.
E vocês também gostam de assistir?
quinta-feira, 7 de janeiro de 2016
Opinião || ´Telemóveis
Quantos momentos já não perdeste porque o telefone estava agarrado às tuas mãos e os olhos vidrados no ecrã? Quantas memórias? Quantos sorrisos? Quantas conversas interessantes que perdeste?
Atualmente os telemóveis fazem parte de nós. São quase como a nossa vida, aliás é como se a nossa vida dependesse apenas e exclusivamente deles.
Já ouvi pessoas a dizerem " Não sobrevivo/ sobreviveria sem o meu telemóvel " . São essas mesmas pessoas que quando lhe perguntam " O que levarias para uma ilha deserta se só pudesses levar um objeto?" e a pessoa em causa responde " Telemóvel ". Acho tudo isto no mínimo absurdo. Primeiro consegues sim sobreviver sem telemóvel e segundo numa ilha deserta, sem nada, nem à rede, e quando a bateria acabasse, ai o caldo estava entornado.
A verdade é que o telemóvel muitas vezes dá-nos uma sensação de segurança, de bem-estar e até é uma companhia quando estamos sozinhos. Acho isso tudo ótimo porque para além de tudo isso, permite-nos captar momentos e estarmos mais em contacto com os assuntos que se passam lá fora. Contudo acho impensável e de uma coisa de outro mundo, mexerem no telemóvel quando falo com essa pessoa, a não ser que esteja a telefonar a alguém importante, ou a mandar uma mensagem urgente , de resto não à razões. Começo a questionar-me se a pessoa está a achar-me uma seca e nem está para aí virada na conversa. Outra coisa que me apercebi no outro dia, foi estar numa mesa sentada com os meus amigos e estarem todos a mexerem no telemóvel. E eu pergunto " Onde está a socialização ?". Sim porque para mim socializar é estarmos todos a falar uns com os outros , cara a cara.
E deixa-me triste pensar na quantidade de conversas e momentos que perdi, na quantidade de mundo a explorar e de conhecer que ficaram para trás por causa de um aparelho eletrónico que não nos leva a lado nenhum.
Simples assim, foi apenas um desabafo...
Atualmente os telemóveis fazem parte de nós. São quase como a nossa vida, aliás é como se a nossa vida dependesse apenas e exclusivamente deles.
Já ouvi pessoas a dizerem " Não sobrevivo/ sobreviveria sem o meu telemóvel " . São essas mesmas pessoas que quando lhe perguntam " O que levarias para uma ilha deserta se só pudesses levar um objeto?" e a pessoa em causa responde " Telemóvel ". Acho tudo isto no mínimo absurdo. Primeiro consegues sim sobreviver sem telemóvel e segundo numa ilha deserta, sem nada, nem à rede, e quando a bateria acabasse, ai o caldo estava entornado.
A verdade é que o telemóvel muitas vezes dá-nos uma sensação de segurança, de bem-estar e até é uma companhia quando estamos sozinhos. Acho isso tudo ótimo porque para além de tudo isso, permite-nos captar momentos e estarmos mais em contacto com os assuntos que se passam lá fora. Contudo acho impensável e de uma coisa de outro mundo, mexerem no telemóvel quando falo com essa pessoa, a não ser que esteja a telefonar a alguém importante, ou a mandar uma mensagem urgente , de resto não à razões. Começo a questionar-me se a pessoa está a achar-me uma seca e nem está para aí virada na conversa. Outra coisa que me apercebi no outro dia, foi estar numa mesa sentada com os meus amigos e estarem todos a mexerem no telemóvel. E eu pergunto " Onde está a socialização ?". Sim porque para mim socializar é estarmos todos a falar uns com os outros , cara a cara.
E deixa-me triste pensar na quantidade de conversas e momentos que perdi, na quantidade de mundo a explorar e de conhecer que ficaram para trás por causa de um aparelho eletrónico que não nos leva a lado nenhum.
Simples assim, foi apenas um desabafo...
segunda-feira, 4 de janeiro de 2016
Opinião || Imitação ou falta de criatividade?
Há um assunto que desde à uns tempos me tem vindo a incomodar. É algo que não é de certeza da opinião de todos , mas que eu vejo assim. Claro que falo de opiniões por isso o que é uma coisa para mim para outra pessoa pode ser errado. Desde já quero dizer que aceito qualquer opinião diferente da minha.
O que venho aqui falar é dessas modas que aparecem aí e criam a doença da imitação.
Cada vez mais a sociedade impõe padrões e estereótipos que muitas pessoas tentam levar à risca. Mas eu não venho falar dessa coisa de ser magro ou melhor ter barriga lisa, porque isso é outro assunto. O que me anda a causar comichão é mesmo as modas que aparecem. E quem será o público alvo mais fácil de se apanhar ? Sim jovens adolescentes.
Considero que as modas são como epidemias , chegam , contaminam muitos e depois desaparecem até que apareça uma nova.
Não sei se é falta de originalidade ou se é uma maneira das pessoas se sentirem incluídas num grupo mas o que é certo é que me faz um pouco confusão. Se gostam mesmo do produto , tudo bem , eu compreendo, até porque eu muitas vezes até acho piada a certas coisas que aparecem aí. Agora se é por estarem a usar por estar na "moda" é estúpido e não são vocês mesmos.
Claro que se gostarem e se sentirem confortáveis eu aconselho a usarem. Mas a grande questão que coloco a alguma pessoas é " Se isso já existia o ano passado, porquê que só começaram a usarem agora?"
E o que mais deixa atónita nestas situações são que depois não voltam a pegar nessas mesmas peças de roupa que à uns meses tanto adoravam , porque surgiu uma nova moda ou um produto melhor. É a meu ver dinheiro jogado à rua. Se eu gosto, compro, e utilizo quase até não der mais.
Atualmente quando saio de casa ou vou à escola, especialmente quando vou à escola, vejo os sapatos todos iguais, cachecóis / echarpes iguais ( que agora são aqueles que eu considero até giros, fofinhos aos xadrez ) e calças iguais ( calças com rasgões nos joelhos e justas ao corpo ).
Contudo eu especifiquei-me mais no vestuário, mas isto também acontece com as redes sociais , penteados e outro tipo de coisas.
Para acabar quero dizer, que isto é apenas a minha opinião, claro que muita gente não tem este pensamento e este ponto de vista e sim eu uma vez ou outra compro essas coisas que estão na moda, mas compro porque gosto e no ano a seguir estou a utilizar outra vez. O meu conselho é mesmo, sejam vocês mesmos e desde que se sintam bem , está tudo bem :)
O que venho aqui falar é dessas modas que aparecem aí e criam a doença da imitação.
Cada vez mais a sociedade impõe padrões e estereótipos que muitas pessoas tentam levar à risca. Mas eu não venho falar dessa coisa de ser magro ou melhor ter barriga lisa, porque isso é outro assunto. O que me anda a causar comichão é mesmo as modas que aparecem. E quem será o público alvo mais fácil de se apanhar ? Sim jovens adolescentes.
Considero que as modas são como epidemias , chegam , contaminam muitos e depois desaparecem até que apareça uma nova.
Não sei se é falta de originalidade ou se é uma maneira das pessoas se sentirem incluídas num grupo mas o que é certo é que me faz um pouco confusão. Se gostam mesmo do produto , tudo bem , eu compreendo, até porque eu muitas vezes até acho piada a certas coisas que aparecem aí. Agora se é por estarem a usar por estar na "moda" é estúpido e não são vocês mesmos.
Claro que se gostarem e se sentirem confortáveis eu aconselho a usarem. Mas a grande questão que coloco a alguma pessoas é " Se isso já existia o ano passado, porquê que só começaram a usarem agora?"
E o que mais deixa atónita nestas situações são que depois não voltam a pegar nessas mesmas peças de roupa que à uns meses tanto adoravam , porque surgiu uma nova moda ou um produto melhor. É a meu ver dinheiro jogado à rua. Se eu gosto, compro, e utilizo quase até não der mais.
Atualmente quando saio de casa ou vou à escola, especialmente quando vou à escola, vejo os sapatos todos iguais, cachecóis / echarpes iguais ( que agora são aqueles que eu considero até giros, fofinhos aos xadrez ) e calças iguais ( calças com rasgões nos joelhos e justas ao corpo ).
Contudo eu especifiquei-me mais no vestuário, mas isto também acontece com as redes sociais , penteados e outro tipo de coisas.
Para acabar quero dizer, que isto é apenas a minha opinião, claro que muita gente não tem este pensamento e este ponto de vista e sim eu uma vez ou outra compro essas coisas que estão na moda, mas compro porque gosto e no ano a seguir estou a utilizar outra vez. O meu conselho é mesmo, sejam vocês mesmos e desde que se sintam bem , está tudo bem :)
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